 Se a Bíblia tivesse sido escrita pelo Rei Leonidas e pelo resto dos espartanos de 300 (já assistiu ou leu 300 de Esparta?), ela provavelmente seria muito parecida com o que acabou sendo hoje. No fim das contas a Bíblia é lotada de porradaria.
RAZÃO Nº 9: ÊXODO 2:11-12
Claro, Moisés era um grande líder, um emancipador de seu povo e um profeta. A maioria das pessoas não sabe, porém, que ele era também o equivalente bíblico de Sam Fisher (do game Splinter Cell) uma precisa máquina de matar, capaz de assassinar nas sobras, sem piedade ou remorso. Martin Luther King pode ter tido um sonho, mas Moisés tinha uma contagem de corpos.
Dá quase pra visualizar a cena: Um soldado Egípcio está gritando com um hebreu sem sorte quando Moisés, vestido de preto da cabeça aos pés, desce do telhado. Se movendo tão furtivo quanto um gato, ele se aproxima por trás do soldado e, segurando a cabeça do infeliz com as mãos, torce o pescoço do indivíduo em um movimento rápido. Enquanto o corpo sem vida cai aos seus pés, Moisés acende um charuto. “Bem”, ele diz com ironia, “isto lhe ensina a não Judiar de mais ninguém.”
 Moisés, visto aqui no momento em que vai acabar com a raça de um Egípcio distraido.
Moisés depois derrota o Faraó Egípcio que, se a memória não nos falha, estava utilizando escravos hebreus para construir uma armadura de batalha de 12 metros de altura capaz de lançar mísseis nucleares em qualquer ponto do mundo.
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